Ex-vereador do Rio Grande do Sul confirma ser pré-candidato à Presidência do Brasil

Mateus Barros Gomes, 39 anos, já foi prefeito e também presidente da Câmara da região

A disputa pelo maior cargo do País está cada vez mais acirrada. Com apenas 39 anos, confirma ser pré-candidato na disputa para a Presidência do Brasil, é o ex-prefeito, ex-vereador e ex-presidente da Câmara do Rio Grande do Sul, Mateus Barros Gomes. Apesar da pouca idade, o pré-candidato possui um extenso currículo no mundo político e, além dos cargos exercidos, foi considerado um dos políticos mais jovens em todos os seus mandatos.

Atualmente, Mateus reside em São Paulo, e já comunicou lideranças políticas, está montando equipe, já possui propostas para o governo, autorizou conversas sobre alianças, além de se reunir com empresários, economistas antes mesmo de seu nome ser confirmado como futuro candidato nas próximas eleições. “Estamos nos últimos detalhes da negociação com um importante partido político. Parte deste partido considera que minha juventude, experiência política, ter vindo de uma família política, espírito empreendedor e capacidade de comunicação me colocam com possibilidade de ser lançado como pré-candidato à presidência da República ano que vem”, afirma Mateus.

Por motivos de preservação, o político gaúcho não anunciou o nome do partido até que seja confirmada sua participação na disputa da cadeira mais importante do Brasil. “Nós seremos com um vento que vem do Sul e que vai se espalhar pelo Brasil inteiro para poder construir um Brasil diferente”, garante. Mateus ainda deixa claro que não é a favor de um partido específico. “Nós não somos nem de esquerda nem de direita, queremos ser a alternativa para equacionar os grandes problemas da nação. Nós somos a representação do povo, que hoje não se sente representado por ninguém”, explica.

A intenção nesta pré-candidatura é poder discutir os grandes problemas da nação e passar para a população, de uma forma clara e objetiva, soluções na saúde, na educação, na economia, no mercado de trabalho, na área social, ciência e tecnológica através de um projeto estratégico de nação. “Observamos que a maioria dos candidatos, para não dizer todos, não tem um Projeto Estratégico de Nação e é isso que nós vamos apresentar: um projeto de nação, um projeto de governabilidade real na área administrativa e não um projeto de poder”, finaliza.

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